Olá, galerinha! \o/
Adivinhe só? Mais uma da Ane Braga! *plateia.gritando.insanamente*
uahuahauahuaha
O livrinho se chama "Papai Noel só usa renas" e eu já tenho o meu :D
Muito bonitinho! *-*
Dá-lhe sinopse \o/
"Papai Noel está encrencado.
O Natal se aproxima, as renas estão muito cansadas, Toddy tem cada ideia mirabolante que só atrapalha... E agora?
Dizem que na Montanha Encantada está a salvação do Natal. Lollipop e Toddy irão ajudar Papai Noel nessa aventura cheia de perigos, lugares fantásticos e bichos curiosos.
Quer ir também?
A gente se encontra no caminho.
Até breve.
Assinado Chapéu Pensador."
(autor: Ane Braga)
E aí? Já ficou com vontade?
Calma, camaradinha! No Palavras e Vozes tem!! \o/
Então compre já o seu, porque eu não vou emprestar o meu! u_u
UAHUAHUAHAUAHUAHAUHA
Beijões de Iselo*
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Natal
Tudo bem que estamos em época das mães, entrando na época dos chocolates e flores, mas eu preciso dizer. Depois de ler o livro que eu ganhei da Fênix (depois faço a propaganda), assisti um filme de Natal tão triste e acabei necessitando dessa postagem pra desabafar.
Natal é happy, meus caros!!! Natal é época de se tornar mais uma criança feliz!! Natal é tempo de sair na rua de papai noel e...
NÃO DESTRUA O NATAL SÓ PORQUE VOCÊ É VERDE, NÃO FAZ A SOBRANCELHA E MORA NUMA MONTANHA CHEIA DE NEVE!!! D:
Natal é happy, meus caros!!! Natal é época de se tornar mais uma criança feliz!! Natal é tempo de sair na rua de papai noel e...
NÃO DESTRUA O NATAL SÓ PORQUE VOCÊ É VERDE, NÃO FAZ A SOBRANCELHA E MORA NUMA MONTANHA CHEIA DE NEVE!!! D:
Iselo*
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sábado, 7 de maio de 2011
Amanhã de sábado.
Abri meus olhos pela manhã quando o sol bateu na janela... Meus olhos ardiam tanto que não sei se era mesmo pela luz. Virei meu rosto para o outro lado evitando o que eu temia que pudesse acontecer.
Parei para observar o quarto. Burrice. Aquele corpo inerte em sono profundo ao meu lado me dava desgosto. Levantei de minha cama e meu impulso foi de fugir dali, daquela pessoa que tanto me machucou... Quantas lágrimas foram derramadas por ela? Não sei dizer.
Abri a porta e pé ante pé atravessei o corredor pequeno. Não queria que ninguém me descobrisse, não sei porque. Queria ficar só por mais um momento, mas me sentia tão sozinha... Vazio tão profundo no coração... Coração... Devia ser saudade.
Sentei no sofá. O que fazer? Liguei a televisão, mas nada havia para me concentrar. Desliguei o aparelho de novo. Quanta frustração. Deitei a cabeça em uma almofada para tentar dormir e esquecer de tudo e não pude.
Irritada com minha própria falta de motivação, passei a andar pela casa. Mais parecia uma alma vagando silenciosamente, sem dúvida... Sem vida. A dor no peito me acertou novamente, como garras de uma fera que finalmente capturou sua presa... Cravadas na pele tensa.
"Não procure entender o que sequer você entende, apenas deixe fluir as lágrimas para aquietar seu coração".
Deixei cair-me no chão e as lágrimas espessas finalmente rolarem...
.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Poema
É chato não ter criatividade para títulos...
Mas enfim, estava fazendo prova de literatura e a professora colocou um poema que eu acho muito bonito do Carlos Drummond de Andrade.
Então, a Iselo disse "posta no bobagens *-*", e eu resolvi postar.
Então, está aí, para os apaixonados e aos não-apaixonados (afinal, todos tem um coração (?)) que gostarem (mesmo que ainda não estejamos perto do dia dos namorados rs).
Balada do Amor através das Idades
Eu te gosto, você me gosta
desde tempos imemoriais.
Eu era grego, você troiana,
troiana mas não Helena.
Saí do cavalo de pau
para matar seu irmão.
Matei, brigamos, morremos.
Virei soldado romano,
perseguidor de cristãos.
Na porta da catacumba
encontrei-te novamente.
Mas quando vi você nua
caída na areia do circo
e o leão que vinha vindo,
dei um pulo desesperado
e o leão comeu nós dois.
Depois fui pirata mouro,
flagelo da Tripolitânia.
Toquei fogo na fragata
onde você se escondia
da fúria do meu bergantim.
Mas quando ia te pegar
e te fazer minha escrava,
você fez o sinal-da-cruz
e rasgou o peito a punhal...
Me suicidei também.
Depois (tempos mais amenos)
fui cortesão de Versailles,
espirituoso e devasso.
Você cismou de ser freira...
Pulei muro de convento
mas complicações políticas
nos levaram à guilhotina.
Hoje sou moço moderno,
remo, pulo, danço, boxo,
tenho dinheiro no banco.
Você é loura notável,
boxa, dança, pula, rema.
Seu pai é que não faz gosto.
Mas depois de mil peripécias,
eu, herói de Paramount,
te abraço, beijo e casamos.
Espero que tenham gostado :*
segunda-feira, 2 de maio de 2011
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