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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Habeas Corpus da Iselo

YOOOOOOOOO!
Aprendi a fazer um habeas corpus, galerinha! Olha só o que eu fiz \o/
Esse é o modelo, quem quiser fazer o seu, manda pra eu ver também?? Daí eu coloco no bobagens também xD
(isa.aruana@gmail.com)

"Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de São José dos Campos, Estado de São Paulo,











                                                                       ISELO FARIA, brasileira, solteira, estudante, portadora de cédula de identidade RG nº(até parece que vou falar), inscrita no CPF nº(lalalalala), residente e domiciliada na Rua Trololo, 3202, Jd. das Abóboras, CEP 15875-040, Cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, é presente a Vossa Excelência para impetrar em causa própria a ordem de HABEAS CORPUS, contra a autoridade coatora, o delegado de polícia do 2º Distrito de Polícia de São José dos Campos, com fundamento jurídico no artigo 5º, LXVIII da CF, c/c artigos 647 e 648 do CPP.


Dos fatos.

            No dia 27 de março de 2012, dois policiais militares apreenderam-me junto à Padaria Pampulha, na Rua Dr. Joaquim Babosa de Queijo Jr., Jardim das Abóboras, e me levaram à penitenciária feminina de São José dos Campos, por volta das 19 horas, sob ordem de prisão. A alegação dos PMS foi de que eu, seguidora fiel às leis do Estado, fora indiciada do envenenamento de Anderson Silva, professor de geografia no Colégio Anglo São José, por hidróxido de sódio.
            A acusação mentirosa se baseia na análise tendenciosa de eu ser a única pessoa a possuir permissão para o uso da substância tóxica, visto que participo das aulas de Laboratório de Química, e de ter convidado a vítima, por meio de redes sociais, para tomar um café momentos antes da morte. Devo dizer que certamente o convite foi feito, porém Anderson teve de recusá-lo por motivos financeiros. Outra informação a ser acrescentada, é que os estudantes da classe de Química não têm permissão para retirar qualquer substância do laboratório, e que o professor P. P., orientador das aulas, é um dos poucos com livre acesso ao estoque de soda caustica e à sala dos professores da instituição. Afora isso,  não há provas concretas e verídicas para que me incriminem de ser o meliante assassino e cruel a partir de um prejulgamento errôneo do caso.


Posto isso, o impetrante requer a Vossa Excelência
a)      A concessão da ordem de Habeas Corpus
b)      Expedição de alvará de coltura

Diante do exposto,
Pede-se deferimento.
São José dos Campos, 28 de março de 2012 ",


Vish! Muito cooler!
Ta aí uma das faculdades que eu quero fazer quando for mais velha: Direito (Y)
(ignorem a pouca prática do texto, beleza? sou café com leite ainda)




Iselo*

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